Escrevo porque acredito. Acredito no poder da palavra. Principalmente no poder da palavra escrita. O automatismo do subconsciente. Gosto do contraste, da transição de cada palavra e do intertexto. Gosto da ousadia, da intoxicação do ritmo, do erotismo de uma sentença com sexappeal. Condeno a tragédia alienatória. Busco em minha poesia possíveis ressonâncias entre o que sou e a autenticidade do momento.

Nasci no urbanismo orgânico da cidade de São Paulo.

Depois de visitar Madrid e morar em Trieste por seis meses fui para Londres onde graduei-me em Artes Visuais pela St. Martins Academy of Fine Arts.

Resido em Amsterdam, Holanda. Tudo está aqui, agora, e presente no espaço-tempo contínuo.